| HISTÓRIA |
Há
25 de setembro de 1949, surgia nas bancas de jornal, a primeira edição
do jornal “A ESTÂNCIA DE GUARUJÁ” (Veja como foi a
1ª e a
2ª página
desta edição) . Fundada por Benedito de
Souza, trazia na capa de seu número inicial, nomes dos primeiros
diretores ou sejam: Abílio dos Santos Branco, Hermínio Amado
(secretário) e professor Alcides Pacheco (diretor superintendente).
No editorial de apresentação o jornal expunha sua finalidade,
ou seja, divulgar a Estância, no Brasil e no exterior; defesa dos
interesses da coletividade, dentro de uma moral cristã e respeito
às leis vigentes.
Sendo um jornal
municipalista, sem dúvida, o noticiário das atividades do
prefeito seria prioridade e a intenção dos fundadores era
de que a “Estância” se tornaria, um tipo de imprensa oficial, prioridade
que manteve durante muitos anos.
Muito embora a boa
intenção dos responsáveis pelo início desse
órgão de imprensa, no entanto, a folha que circulava com
oito páginas, somente teve incentivo, depois que Antonio Baraçal,
inicialmente diretor comercial, começou a tomar a frente como principal
dirigente, a partir de 1953, muito embora tivesse atuado desde o seu início
como responsável pela parte financeira da publicação.
Com relação aos demais diretores; Benedito de Souza agente
de Estatística lotado na então Alfândega de Santos,
tornou-se um colaborador do jornal; Abílio dos Santos Branco foi
eleito o primeiro-secretário municipal de Guarujá; Hermínio
Amado, funcionário público, anos depois ocupou o cargo de
prefeito, em substituição a Jayme Daige; Alcides Pacheco
teve se de ausentar devido as suas atividades, mais ligadas à cidade
de Santos.
Na direção
do jornal “Estância”, Antonio Baraçal tornou-se muito popular
na cidade tendo sido eleito vereador por quatro legislaturas seguidas.
Ele fez do “Estância”, um dos mais populares órgãos
de imprensa da Baixada Santista e mesmo não sendo jornalista profissional,
tinha o jornalismo no sangue e sem ter freqüentado faculdade. Foi
professor de muitos jovens, que nos dias de hoje atuam com destaque em
jornais, rádios e TVs de Santos e São Paulo. Com seu falecimento,
a partir de 1988, o jornal passou a ser dirigido por D. Antonia Baraçal.